Dança do ventre: sensualidade, alegria e atividade física

Oi, gente, mas oi mesmo! Tudo bem? Essa semana tive a oportunidade de fazer uma aula de dança do ventre, no Studio de dança Florenza, em Anápolis – Go, com a professora Lory Maeve. E menina… fiquei boba! Que aula maravilhosa, uma alegria contagiante!

Fui com roupa de ginástica, mas, para dar um toque das arábias, amarrei um tecido na cintura e pronto; senti-me uma oriental. Quando a música começou, foi requebra para lá, requebra para ká, adorei!

De acordo com a professora Lory, durante a aula, chega-se a queimar de 150 a 300 calorias por música. Por se tratar de exercícios aeróbicos e outros de precisão, a atividade contribui para o emagrecimento e tonificação do corpo.

Os movimentos são focados no quadril. Contudo, os braços e pernas também acompanham as batidas da música.

Lory Maeve dança do ventre

Lory Maeve interessou-se pela dança do ventre ao assistir uma apresentação. Depois de muito matutar sobre o assunto, decidiu correr atrás e estudar. Hoje, ela é professora e ministra aulas de dança do ventre no Studio de dança Florenza

Mito da barriga

A professora é categórica em afirmar que: NÃO DÁ BARRIGA! Lory explica que durante a aula, o abdômen fica o tempo inteiro contraído. E que a flacidez da região vai embora, com a postura correta, e os músculos oblíquos do abdômen ficam enrijecidos e moldados.

A atividade também combate a depressão e ansiedade. A autoestima vai lá em cima – isso comprovei, durante a aula, a gente se sente um mulherão. A postura, a música e os passos estimulam a feminilidade.

Por trabalhar o fortalecimento dos órgãos localizados no abdômen, a dança é super indicada para quem tem problemas com TPM, cólicas, constipação intestinal e dores renais.

Sensualidade impulsionada

A dança é um momento de encontro pessoal. Lory Maeve diz que é uma reconquista do amor próprio, da descoberta de uma “deusa interior” que toda mulher tem, às vezes, apagada. Mas, com os estímulos certos, ela reacende.

Mulheres de todas as idades podem dançar e até os homens podem fazer a dança do ventre e a dança folclórica árabe.

Em outros estados

Sara Zoe, 15 anos, quando viu meus stories no Instagram (aproveita e segue: @daniellychavess) quis contar sua experiência. Ela faz aula de dança do ventre a um mês e relata que é apaixonada nos movimentos.

“Dá uma coisa no coração, a música é maravilhosa, da vontade de sair dançando os próprios passos. Para mim as aulas é uma terapia espiritual, me sinto super bem quando saio de lá.” A jovem é de Teresina, Piauí.

dança do ventre

Essa é a professora de Sara Zoe, Isabel Eugênio Lins, ela ensina dança em Teresina a mais de 13 anos

Sara disse que logo, logo, quer viajar com a professora. Apresentar-se é o desejo do seu coração. E você o que acha da dança do ventre? Me diz aqui nos comentários, adoraria saber.

Obrigada por acompanhar o blog.

Um beijo e até o próximo post.

Veja esse outro post: A dança cura depressão e Uma psicóloga citou no Instagram

Instagram Studio de dança Florenza e Lory Maeve

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