Morador de Anápolis é encontrado morto dentro de veículo na BR-060 em Abadiânia

Um homem de 60 anos de idade identificado como Paulo Alberto Ribeiro irmão do dono da Carmo Imóveis morreu na noite desta quinta-feira (17) na BR 060, município de Abadiânia, após perder o controle da direção do veículo que ele dirigia e colidir com um poste de cimento de cerca de Fazenda.

A vítima que conduzia um GM Vectra, seguia no sentido Abadiânia para Anápolis quando o veículo saiu da pista, invadiu a faixa de domínio e colidiu com um poste de cimento de uma cerca de uma propriedade rural.

No local não existe marcas de frenagem, inicialmente a PRF, a equipe de socorrismo e os peritos que compareceram ao local acreditaram que o homem pudesse ter sofrido de um mal súbito.

Posteriormente, no Instituto Médico legal em Anápolis, os peritos constataram que o homem foi vítima de homicídio, confirmado através de projétil de arma de fogo que transpassou o crânio da vítima.

O senhor que morreu na noite desta quinta-feira (17) é pai de Paulo Sidrach que foi executado com mais de 20 tiros em janeiro de 2018 dentro do seu veículo no Feirão do bairro Jundiaí.

 

2 comentários em “Morador de Anápolis é encontrado morto dentro de veículo na BR-060 em Abadiânia

  • 18 de janeiro de 2019 em 6:59 PM
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    Será que é reflexo da execução do FILHO ??

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  • 18 de janeiro de 2019 em 7:59 PM
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    O Paulinho (era assim que o chamávamos) era uma pessoa muito contente com a vida, pessoa simpática, de muitos amigos e bem-humorado.
    Depois da dor sofrida em razão do assassinato de seu filho (Paulo Sidrach), ele passou a ter depressão, isolou-se do mundo e, se não me engano, estava fazendo tratamento com psicólogos e psiquiatras.
    Ele já tinha pedido para lavaram um apartamento no prédio onde eu e outro amigo dele moramos, e isso vem acontecer.
    Eu só queria fazer uma observação em relação às suspeitas do delegado que, em outro artigo que li, suspeita que o assassino estava com a vítima dentro do carro. Tal autoridade não pode descartar a possibilidade de suicídio também, sem falar que, na ausência de marcas de frenagem, seria um contrassenso que o agente ativo fizesse tal disparo com o carro em movimento, sujeitando-se a sofrer risco de ferimentos ou até mesmo de morte, haja vista que é previsível que o veículo viesse a sair da pista com velocidade suficiente para se chocar contra algo fora da estrada.
    Caso o senhor delegado tenha motivos para suspeitar que o pretenso homicida praticou a conduta dentro do carro, que a perícia, no exame do corpo de delito, investigue vestígios, como, e.g., pegadas próximas à porta do passageiro.
    Que o caso seja elucidado, e que seja feita justiça.
    Paulinho, meu amigo, que Deus o tenha. Você fará falta entre nós.

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